Quem se habilita a jogar esse clone de Super Mario Bros?
Dêem uma sacada nesses vídeos:
Quem quiser tentar, é só clicar no primeiro link que aparece neste site. Boa sorte!
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Pessoal, um professor indiano chamado Satish Talim mantém um curso gratuito de Ruby, que você pode fazer pela internet através do site dele. As aulas para a terceira turma começarão no dia 07 de janeiro de 2008.
Ementa do curso: http://rubylearning.com/satishtalim/tutorial.html
Matricule-se: http://rubylearning.org/class/
Acho que dessa vez eu aprendo Ruby!
“For as surely as night follows day, there comes a time when even gods must die.” – Lex Luthor
Chega de falar de programação! (por enquanto
)
A notícia é meio velha, mas vamos lá. Se você acompanhou a saga Morte e Retorno do Superman nos gibis, em meados de 93-94, não pode deixar de assistir a adaptação da trama em desenho animado, lançada em 18 de setembro deste ano sob a forma de um longa metragem com pouco mais de 60 minutos.
Você pode argumentar: poxa, muita história pra pouco tempo! Pois é, concordo. Desnecessário dizer que os diretores cortaram vários eventos importantes da saga:
- a Liga da Justiça nem aparece no filme;
- a Matriz (ou como ficou conhecida na Terra, Supermoça), também não;
- a saga dos quatro Supermans foi retirada completamente. Ou seja, nada de destruição de Coast City, construção do mundo bélico na Terra, erradicador, etc etc etc;
- dentre muitas outras alterações.
Mas vale a pena dar uma conferida. Afinal, não é todo dia que a gente vê um super-herói morrendo
(Por falar nisso, quando será que vão lançar um longa narrando a queda do morcego?).
Site oficial: http://www.warnervideo.com/supermandoomsdaydvd/
Trailer no YouTube: http://br.youtube.com/watch?v=l3keuiWzY-Q
Artigo na Wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Superman:_Doomsday
Ninguém discorda que aprender padrões de projeto é fundamental para ser um bom desenvolvedor. À medida que conhecemos programação orientada a objetos, percebemos o quanto é importante dominarmos bem esse assunto. Acredito que todos começam a estudar da mesma forma: pegando um livro com os padrões catalogados e tentando entendê-los, um a um.
A literatura de referência é o livro da Gangue dos Quatro. Não sei se todos concordarão comigo, mas achei o texto um pouco complicado para iniciantes. Li, reli e re-reli vários padrões, e quando não ficava sem entender BULHUFAS, acabava mais confuso do que antes de iniciar a leitura… A experiência continuou se repetindo para vários outros textos, até que conheci o livro da série Head First.
De cara, achei a leitura bastante agradável! Comecei estudando um dos vários padrões que não tinha conseguido entender: o Decorator. O capítulo que trata desse padrão aborda um exemplo de modelagem, enumera seus problemas, e propõe a utilização do Decorator para contorná-los. Finalmente, expõe um caso de utilização desse padrão na API da linguagem Java: as classes do pacote java.io.
Se você já tentou estudar entrada/saída com Java, provavelmente achou a implementação muuuuuito complicada, com todas aquelas classes que pareciam não ter responsabilidades bem definidas. Recomendo fortemente que você abra o capítulo 3 do livro de Design Patterns da série Head First. Uma vez entendido o padrão do qual trata esse capítulo, você nunca mais olhará o pacote java.io com os mesmos olhos, garanto!
Clique aqui para visualizar um diagrama que ilustra a utilização do padrão Decorator na API de entrada/saída da linguagem Java.
Já está disponível a nova versão do NetBeans para download:
http://www.netbeans.org/community/releases/60/index.html
Ou, se você preferir, pode pedir uma cópia através do link:
http://www.netbeans.org/about/media.htm
Ando mexendo mais com o Eclipse, mas vou baixar o NetBeans e dar uma conferida
Quando eu trabalhava com Delphi, sempre começava a modelar o sistema a partir do banco de dados. Construia o DER, criava as tabelas, os relacionamentos, regras de integridade, etc. Mas ultimamente tenho trabalhado muito com Java, e os conceitos de modelagem orientada a objetos entraram em choque com a forma que eu vinha fazendo as coisas.
Mudar de paradigma é muito complicado… Você erra bastante no início, e fica desnorteado porque não é fácil encontrar referências; modelagem orientada a objetos é razoavelmente subjetiva e pode variar muito de desenvolvedor para desenvolvedor
Mas estou lendo um livro que está me ajudando muito: Domain-Driven Design, de Eric Evans. Não se trata de um livro técnico, e sim, conceitual. Descreve uma série de padrões que o ajudam a pensar em objetos, sem usar aquele jargão complicado e enfadonho dos livros de Engenharia de Software que estudamos na faculdade. Em suma, obrigatório para quem trabalha na área de desenvolvimento de sistemas com linguagens orientadas a objetos (não só Java, mas também C#, Ruby, etc).
Quem não quiser ler as 500 páginas do livro, pode recorrer ao resumo de 100 páginas entitulado “Domain-Driven Design Quickly”, disponível gratuitamente no site http://www.infoq.com/minibooks/domain-driven-design-quickly. No fim deste resumo, ainda tem uma entrevista com o autor da obra original.